sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Removendo Chakras - Sistemas energéticos e meditações

Conforme comentei em postagem anterior (Removendo Chakras - Expandindo o Sol Interior), colocarei aqui algumas outras informações/intuições que me vem chegando sobre o processo de remoção/modificação do nosso sistema de chakras.

Percebi que a postagem referida anteriormente teve alguma repercussão, tornando-se uma das mais lidas do blog. Devo dizer que, por ser assunto bastante novo, também estou passando por um processo de aprendizado sobre o tema. Isto significa que desde esta primeira postagem para cá, venho digerindo e complementando estas informações. Assim, embora este processo esteja incompleto, gostaria de dividi-lo neste blog no sentido de permitir a experiência e a reflexão de outros que possam ter interesse neste assunto.

Bem, meu ponto de partida aqui será o de algumas dúvidas que me foram colocadas ou que surgiram de forma geral.

Substituição do sistema de chakras

Em primeiro lugar, a remoção dos chakras não representa a eliminação de todo sistema de conexão energética da nossa Essência (o nosso ente mais etérico possível) com o mundo material. De fato, não é possível a comunicação desta essência com a matéria (seja ela em que dimensão for) sem a presença de elementos (corpos) intermediários, como alguns observaram. Quando se fala, assim, em eliminação dos chakras se está referindo à remoção deste sistema atual para que possa emergir um sistema baseado em energias integradas. Um parêntese aqui é que me parece que este sistema unificado já esteja presente, mas sua expressão é impedida pelo sistema atual. As razões para esta remoção foram rapidamente exploradas na postagem anterior (referida acima), e, em síntese, tem a ver com o fato de que teríamos um corpo energético mais equilibrado (harmonizado) e mais robusto (menos sujeito a ataques) quando realizada. Assim, o chakra central é uma ponte energética material que conecta nossos corpos, tendo características específicas de comportamento neste sentido. Laura Lee descreve, em seu site, alguns destes sistemas conforme ela percebe em si mesma e em outros indivíduos. Interessante notar que ela informa que este sistema unificado se "molda" a cada um conforme suas necessidades e características próprias.

Poderíamos acrescentar ainda que esta mudança tem a ver também com o processo de ascensão que estamos vivendo. Parece que um sistema energético integrado é mais compatível com um estado de vibração superior que estamos agora ensaiando ingressar. De fato, o estado compartimentado de energias foi bom para a experimentação da dualidade e separação da unidade extremos característicos do nosso mundo, ou seja, ele cumpriu um papel neste sentido, mas serviu principalmente a este contexto. Se me permitem utilizar aqui uma metáfora que pode parecer um tanto tosca, manter um sistema compartimentado de energia em mundos de dimensões superiores seria o mesmo que tentar acelerar em alta velocidade em uma pista em condições perfeitas com um Fusca dos anos 60. Sem problemas se você quiser continuar experimentando a sensação de dirigir um carro antigo nestas condições, mas você estará limitado ao que ele lhe oferecer. De qualquer forma, pode ser ainda uma experiência válida! Sem julgamentos!

Também não queremos dizer com isto que já estamos em um mundo com condições vibratórias superiores, mas como também falamos no texto anterior, com o aumento do nível energético no mundo (influxos de luz), estas mudanças podem começar desde já a se tornar realidade com mais facilidade.

O processo de remoção dos chakras

Outra questão está relacionada com o processo de eliminação em si dos chakras, especialmente se este seria súbito ou pode ser gradual. Bem, conforme minha própria experiência, e analisando outros depoimentos, pude perceber que não há uma regra geral sobre isto. Em linhas gerais, entretanto, o que se observa nestes casos é uma remoção mais ou menos rápida seguida de um processo mais ou menos lento de adaptação do corpo energético à nova condição.

Falando do meu caso em particular, o que tenho observado é um processo intermediário entre estes, ou seja, com remoção e adaptação à nova condição, gradualmente ocorrendo ao mesmo tempo. Como comentei na primeira postagem, alguns chakras já não sentia muito claramente, e também já há algum tempo (não sei precisar quanto) também sentia o fluxo da kundaline significativamente reduzido na coluna (aqui é uma situação interessante, pois sempre tive um fluxo relativamente intenso, mesmo em momentos em que os meus chakras não estavam perfeitamente equilibrados).

Neste meu processo, o que venho fazendo é realizando repetidamente o procedimento descrito anteriormente, entretanto agora com a ajuda do sol, enquanto faço o sun gazing (ver informações sobre esta técnica no site Arauto do Futuro ou no Solar Healing Center). Tenho observado que após a realização deste procedimento sinto claramente o pulso do chakra único expandido sem sentir os demais chakras, bem como vivencio as características energéticas de ter apenas um chakra (sentir a energia emanando a partir de uma única região, mais centramento, equilíbrio e calma e maior conexão com o Eu Interior e com a Fonte). Entretanto no intervalo até a próxima vez que realizo o procedimento de remoção começo a sentir novamente alguns chakras, o que indica que, evidentemente, eles não estão completamente removidos. Eu atribuo isto ao fato de algumas forças negativas externas ficarem constantemente realizando pressão para a reativação destes chakras (para que o domínio e a o acesso mais simples à manipulação não fosse perdido), associado à algumas questões internas (desequilíbrio cármico de alguns pontos energéticos). Neste caso, me parece que a resolução completa do segundo ponto resolveria a questão, mas isto costuma ser sempre assunto de tratamento mais complexo.

Bem, o que ocorre é que após cada "ciclo"de tentativa de eliminação gera um estado diferente, mais próximo da situação do chakra único. Estou agora no ponto em que quando inicio o processo sinto apenas de forma bem fraca alguns chakras centrais, e sinto que eles também estão em vias de desparecer.

Seguindo a ideia citada de que estamos passando por um processo de ascensão, a tendência é que haja um processo mais ou menos natural de mudança energética, conforme formos nos adaptando e aderindo ao que está por vir. Isto pode ser um processo mais ou menos longo, conforme a intenção e a adesão a estas mudanças, e que deve também naturalmente aumentar de intensidade após a finalização da limpeza dos planos astrais atualmente em curso (veja informações sobre isto em várias postagens neste blog e em especial na aba sobre o O Evento). As considerações colocadas aqui valem especialmente para os que quiserem acelerar o processo, e mesmo que não se queira diretamente adotar os procedimentos colocados na postagem anterior (ou que você sinta que não deva), a meditação para a remoção de implantes e a da unificação dos chakras já devem conduzir a este caminho, conforme também dissemos anteriormente.

Entretanto, baseado também na nossa experiência, uma condição para realizar a remoção consciente é que se tente manter os chakras o mais limpos possíveis e a vibração num nível mais elevado por mais tempo. Evitar as contaminações físicas e astrais (mentais e emocionais), ingerindo e digerindo as baixas energias que o mundo material nos oferece, tende a dificultar este processo.

Meditando com o chakra unificado

Uma outra questão que tende a surgir é sobre o processo de estabelecimento de conexões e fluxos externos, de forma que possamos interagir com as energias superiores disponíveis. O ensinamento tradicional nos diz que devemos receber a energia especificamente através dos chakras, conforme o propósito da meditação, com destaque para o coronário e o raiz (se vamos nos conectar com o Sol Central da Terra ou com o Coração da Galáxia, por exemplo), ou ainda o chakra do coração, em alguns casos.

No caso do chakra unificado, a forma mais apropriada para fazer estas conexões é principalmente através da integração direta com estas fontes. Se o desejo é receber a energia do Sol da Galáxia, por exemplo, podemos visualizá-lo e sentir nossa integração com este ser cósmico, como que passando a fazer parte dele neste momento, num processo de integração entre "Sóis", ou seja, o seu Sol Interior e o Sol Central.


Este processo permite uma experimentação intensa da unidade, bem como que os corpos físicos e astrais recebam um intenso fluxo de energia. Esta intensidade muitas vezes faz com que a desconexão e a "volta" às condições mundanas/ordinárias seja um tanto penosa, de forma que se recomenda que esta meditação seja feita quando houver condições de tranquilidade e tempo suficientes.

Comigo tem sido mais eficiente realizar este tipo de meditação aos domingos, durante a meditação coletiva para a liberação do mundo, quando as energias circulantes no planeta estão em um nível vibratório mais elevado. Entretanto ela pode ser feita sempre que as condições citadas acima puderem ser satisfeitas. Se quisermos pensar em um procedimento para a sua realização, o resumiria em quatro passos simples:

1. Conexão com o seu Eu Interior através da respiração profunda e pausada e o relaxamento do corpo e mente.

2. Expansão do seu Sol Interior através da respiração e da visualização, até ele chegar a pouco mais que o seu tamanho.

3. Visualização do Ente com o qual você irá se conectar, como se fosse um grande Sol à sua frente, ou abaixo se preferir, no caso da Terra (considere que não há espaço-tempo nas altas dimensões como concebemos aqui no mundo de terceira dimensão da Terra, então as considerações espacias são as menos relevantes, ou seja, visualize da forma como você julgar mais apropriado para você). Outra observação é que somente faça isto com estes seres coletivos altamente evoluídos, como o coração da Galáxia ou o coração da Terra, porque a integração pode ser uma experiência muito profunda.

4. Sinta a integração com este Ser e viva e desfrute esta unidade e este amor o quanto desejar.

Particularmente, tenho realizado este procedimento para ajudar a trazer também a luz do Coração da Galáxia para a Terra. Neste caso, visualizo, a partir da posição integrada com este Ser (ou seja, depois do pass 4) a Terra sendo inundada por sua luz. Esta pode ser uma incrível experiência da experimentação do poder da luz e do amor que emana desta entidade divina!


Um comentário:

  1. Cada vez mais interessantes as suas analises e experiências,

    Obrigado pelas informações,

    MrsJulius

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