quarta-feira, 25 de novembro de 2015

O Sistems Estelar de Sírius

Gostaria de compartilhar com vocês algumas informações sobre o Sistema de Sírius, em função da necessidade e do "momentum" que vem se constituíndo atualmente e do desejo de muitos de se conectarem com os seres de outras esferas... Vivemos um tempo de transição em que esta conexão é cada vez mais possível e desejável, tanto do nosso ponto de vista quando destes amigos "de fora".

Bem, existe uma certa quantidade de informações sobre Sírius na internet que, em parte, é "desencontrada". Use seu discernimento e intuição para entender o que você sente como sendo verdade!

As caracterísiticas físicas do Sistema de Sírius

Sírius é a estrela mais brilhante no céu noturno, localizada na constelação de Canis Major. Pode ser vista a partir de qualquer ponto na Terra. Dista 2,6 parsecs (ou 8,57 anos-luz) da Terra, sendo por isso uma das estrelas mais próximas do nosso planeta.

Sírius é um sistema binário com duas estrelas brancas orbitando entre si a uma distância de 20 unidades astronômicas (UAs), aproximadamente a distância entre o Sol e Urano, com um período de 50,1 anos (UA é a distância média entre a Terra e o Sol). A estrela mais brilhante, denominada Sírius A, é de sequência principal do tipo espectral A1V, com uma temperatura na superfície de 9940 K (ou seja, muito mais quente e brilhante que o Sol), tendo massa cerca de duas vezes a do Sol. Sua companheira, Sírius B, é uma estrela que já saiu da  sequência principal e se tornou uma anã branca, tendo uma massa quase igual a do sol, embora tenha um raio muito menos (é mais densa). Atualmente é dez mil vezes menos luminosa no espectro visível do que sua companheira. Anteriormente Sírius B era a mais massiva das duas estrelas. A idade do sistema foi estimada em 230 milhões de anos. Acredita-se que no início de sua formação, o sistema tinha duas estrelas azuis orbitando uma a outra em uma órbita elíptica de 9,1 anos.

Imagem do telescópio Huble de Sírius A (a estrela maior) e Sírius B (o pequeno ponto à esquerda, abaixo)

Isto é o que afirma a Wikipedia. Entretanto, percebemos que Sírius possui, de fato, três estrelas: Sírius A, uma estrela branca (estrela classe A), que possui dois planetas em órbita; Sírius B, uma anã branca, que possui três planetas em órbita; Sírius C, uma anã marrom, que possui dois planetas em órbita. Esta fica no centro de gravidade da órbita das duas outras estrelas. Ou seja, para nós é como se ela estivesse “parada”.
Desenho representando as órbitas de Sírius A (M1) e Sírius B (M2), bem como seu centro de massa, onde está Sírius C

O primeiro planeta em Sírius A está a mais ou menos 4 UA da estrela. Possui vida física, porém diferente da Terra, ou seja, não poderíamos sobreviver em sua superfície. A organização da vida neste planeta também, de certa forma, não se espalha na superfície como na Terra, mas em grandes bolsões subterrâneos, que formam cidades e espaços em que a vida se organiza, tendo contato com a superfície também. Os seres  que vivem lá são similares ao que entenderíamos por fadas, e tem uma baixa estatura, com cerca de um metro. Não são os seres que normalmente tem contato com a Terra.

O segundo planeta de Sírius A possui vida física, de certa forma similar à Terra, podendo suportar nossos corpos na sua superfície, e está a cerca de 8 UA da estrela. Seus seres lembram feições animais, o que lembraria, de certa forma, a mitologia egípcia (provavelmente canina). Estas distâncias possuem uma certa varaição, já que as órbitas em torno de Sírius A são bastante elípticas.

Nenhum dos planetas em torno de Sírius B possui vida física, exceto uma lua em torno do segundo planeta. Todos os três planetas são relativamente próximos à estrela, menores do que a órbita da Terra em torno do sol.

As condições físicas desta lua poderia permitir suportar a vida terrestre. Os seres que ali vivem tem como características físicas a alta estatura (acima do padrão terreno) e o tom de pele azulado. São muito conectados com a vida natural do planeta, que possui uma biodiversidade muito grande, possivelmente fazendo com que este astro seja o aparentemente mais parecido com a Terra no sistema de Sírius (conquanto guarde diferenças importantes). O link abaixo traz o que me parece ser uma boa descrição dos seres de Sírius B:

http://universo-da-luz.webnode.com.br/products/os-sirianos/

Sírius C possui vida em apenas um dos planetas que giram em torno dele. De fato, os dois planetas ocupam a mesma órbita, como um sistema binário, e o planeta menor age como se fosse uma lua com relação ao maior, onde está a vida física. Eles orbitam muito próximo da estrela, a uma distância menor do que Mercúrio do Sol. Os seres deste planeta já foram descritos na Terra junto às lendas Dogons, sendo seres anfíbios. Também tem uma importante relação com a Terra:

http://thoth3126.com.br/dogons-o-povo-das-estrelas-de-sirius/

Existem ainda dois outros planetas que orbitam o sistema como um todo, a uma distância maior, mas que tem funções específicas como postos da Confederação Galáctica de Luz.

Há provavelmente também outras luas e astros com funções relevantes nos sistema, entretanto estes são os principais relacionados com a vida física no sistema. Existem também diversos corpos celestes relacionados com a vida em outras dimensões.

A história do sistema de Sírius e dos seus seres

Sírius, no tempo cósmico, é um sistema relativamente jovem, e surgiu há cerca de 200 milhões de anos para complementar um processo de evolução/ascensão mais antigo da galáxia, permitindo a aceleração da evolução da própria galáxia e de diversos de seus seres. Assim, a maioria dos seres que vivem ou viveram em Sírius vieram de outros sistemas, sendo que apenas uma fração do total dos seres surgiu no próprio sistema.

Um fato importante na história do sistema foi a transformação de Sírius B, quando ela se tornou anã branca, há cerca de 100 milhões de anos. Esta estrela era maior do que Sírius A, e ela foi criada assim justamente para que este fato ocorresse, já que estrelas maiores são mais energéticas e tendem a se consumir mais cedo.


Assim, a transformação de Sírius B, que foi uma espécie de explosão que consumiu parte da sua massa, foi instrumento de ascensão de boa parte do sistema e dos seres que lá viviam, completando o processo de evolução dos seres que vieram para Sírius com este propósito. Este acontecimento jorrou uma poderosa onda de luz em todas as direções. As almas mais novas, ou seja, as que nasceram em Sírius, permaneceram em grande parte no sistema físico (de fato, a maior parte delas foi mesmo criada neste processo de transformação), especialmente no intuito de permanecer suportando o processo de ascensão nesta parte da galáxia, desde os planos mais densos.

Nesta mudança, alguns planetas do sistema foram fisicamente destruídos (haviam oito planetas em torno de sírius B), mas os seres ascenderam junto com estes planetas. Entretanto, outros planetas e seres físicos foram protegidos da explosão para que pudessem continuar seus processos de ascensão.

A ascensão no sistema de Sírius gerou, então, um novo quantum de luz nesta região da galáxia, num raio que se estende por alguns milhares de anos-luz, acelerando o processo de ascensão também de todos os seres desta região, não só do sistema.

Assim, este sistema representa, desde sua origem, um bastião de luz para esta região do cosmos. Por isto muitos se referem a ele como o sol central (o que é uma designação não tão correta, pois ele é uma referência local, que não deve ser confundida com o Sol Central da Galáxia).

Desde o seu nascimento, Sírius se manteve plenamente na luz, ou seja, foi um dos poucos sistemas desta região que nunca foi invadido por seres negativos. Isto porque ele foi, desde o início, lar escolhido de bilhões de seres altamente evoluídos, que não permitiram que isto ocorresse, a fim de que a missão deste sistema se cumprisse plenamente.


As condições dos seres em Sírius e sua relação com a Terra

Em função destes fatos, a grande maioria dos seres de Sírius, hoje, são mestres ascendidos, que vivem além das limitações da matéria. Entretanto, os seres que permaneceram no plano físico são também altamente espiritualizados e conectados com os seres ascendidos. A vida no Sistema de Sírius, mesmo para os seres físicos, em nada lembra a vida na Terra. Lá a vida, sob todos os aspectos, pode ser considerada como um paraíso para nós. Praticamente não existem as limitações físicas que conhecemos e não há qualquer tipo de sofrimento.

Em grande parte os seres de Sírius são seres viajantes e exploradores, especialmente os de Sírius B e C. Suas naves de luz viajam por todo o universo levando-os a conectarem-se com os mais diversos seres e realidades.

Sírius tem uma relação especial com a Terra, já que este sistema foi criado para a ascensão desta região da galáxia e nosso planeta é um dos principais “nós” deste processo. Sua principal missão é a sustentação da "luz azul" da resolução e ascensão (luz crística), como pode ser visto aqui:

http://almasiriana.blogspot.com.br/p/blog-page.html

Hoje há alguns milhares de sirianos encarnados na Terra, a grande maioria em missão, ou seja, vieram para cá para ajudar a resolver a situação planetária, tendo a maior parte chegado antes da queda de Atlântida. A maioria destas almas que encarnaram na Terra são as mais “jovens” de Sírius (embora do ponto de vista da Terra elas sejam muito antigas), ou seja, que surgiram no próprio sistema. Entretanto, apenas uma minoria destes seres tem consciência da sua missão e uma parte menor ainda da sua origem.

Embora os sirianos sejam parte importante da Confederação Galática de Luz, com muitas naves próximas à Terra (especialmente os seres físicos de Sírius), provavelmente não são os que farão os primeiros contatos físicos (embora possa ocorrer, em alguns casos) conosco, o que deve ser realizado principalmente pelos pleiadianos, aghartianos e outros. De qualquer forma, os mestres ascensos de Sírius desejam manter relação conosco, assim como os diversos seres que nos acompanham das suas naves! Ou seja, eles estão conectados conosco e pedem também que nos conectemos com eles na medida em que nos sintamos guiados a isto!



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