sábado, 26 de dezembro de 2015

As Plêiades

As Plêiades, conhecidas popularmente como sete-estrelo e sete-cabrinhas, são um grupo de estrelas na constelação do Touro. Do ponto de vista físico, as Plêiades são um "aglomerado estelar do tipo aberto". São facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As descrições dizem que é possível se avistar até 14 estrelas a olho nu, podendo-se ver dezenas com telescópios amadores. Entretanto estima-se que o aglomerado possa ter até 1.000 estrelas, sendo as visíveis as mais brilhantes, mais quentes e maiores. Estima-se que o aglomerado tenha se formado nos últimos 100 milhões de anos.



Assim, por ser formado por muitas estrelas, este sistema tem também um número bastante elevado de seres diferentes... Um ponto interessante é que, embora Alcyone seja um dos pontos focais das Pleiades, conforme muito se fala no meio mais esotérico (assim como as Sete Irmãs, que são as estrelas mais brilhantes) a maioria dos seres que vem até nós não são necessariamente destas estrelas.

Pela sua idade, em escala galática é um sistema bastante jovem (muito mais jovem que o Sistema Solar, por exemplo), sendo, com isto, um grande berçário de estrelas e de seres.

As Pleiades são, por isso, como um grande exercício criativo na galáxia, especialmente em conexão com o amor e as energias femininas. Esta é a marca da energia das Pleiades, que leva à conexão, aqui na Terra, com as forças da Natureza, bem como com Gaia e com as práticas do Sagrado Feminino.

A conexão das Pleiades (e dos pleiadianos) com a Terra é relativamente antiga, num tempo que remonta há alguns milhões de anos... Nesta época, os seres pleiadianos viram aqui uma possibilidade de aprendizado e desenvolvimento destas energias, através da conexão com a vida que no planeta desabrochava em abundância. Estas particularidades, como a grande diversidade, a experiência intensa nas dimensões mais físicas era um ótimo palco para estas experimentações amorosas...

Assim, sua experiência começa aqui com a experimentação da energia feminina junto às forças da natureza, neste processo criativo. Esta foi basicamente a marca do início das primeiras experiências com Lemúria. Neste interação, os pleiadianos se colocavam na posição dos devas da natureza, que são guias espirituais que orientam as forças naturais e os seres elementais.

Neste processo surge também a raça humana atual, herdeira deste amor dos pleiadianos pelo Planeta Terra!

Assim, os pleiadianos são, de certa forma, nossa matriz original (que foi modificada com o tempo, infelizmente, em muitos casos, por seres negativos). Com isto, eles são seres que se assemelham muito conosco (pelo menos a parte dos pleiadianos que mantém relação mais próxima com a Terra). De fato, o aspecto humano é a aparência física predominante nas Plêiades.

Imagem de Semjase, Pleidiana relatada em diversos contatos físicos e astrais.


Os Pleiadianos integram também a Confederação Galática de Luz, sendo consideradas uma "força de frente", devido sua relação intensa conosco através da história, mantendo milhares de naves de luz ao redor do planeta neste momento. Muitos pleiadianos se encarregarão dos primeiros contatos conosco, no momento da Divulgação.

Estes seres são, em muitos casos, os guias espirituais de diversos indivíduos e da humanidade. Nutrem para conosco uma relação de muito amor e são muito acessíveis aos nossos chamados! Muitos seres continuam também o trabalho inicial junto à natureza, como devas, ajudando a sustentar as energias criadoras e curadoras do planeta e de Gaia.

São também a raça de sementes estelares mais numerosa entre os encarnados na Terra. Isto porque eles eram também os mais numerosos na época da queda de Atlântida, tendo o maior número de voluntários que ficaram na quarentena do planeta Terra em missão ou que ficaram aprisionados acidentalmente aqui.

Além disto, os Aghartianos são em grande parte compostos por pleiadianos que ficaram no planeta após esta queda, embora não sejam sua única raça formadora (há muitos terráqueos também que ajudaram a compor esta raça, que não ficaram presos na quarentena, além de também diversos outros seres).

Vale ressaltar que a queda de Atlântida não se deu pela participação dos Pleiadianos, que estabeleceram com a Terra desde sempre, uma relação intensamente amorosa. Ela ocorreu devido à sabotagem de seres presos às sombras, atraídos também por esta intensa energia vital e biológica do planeta, que neste caso, tinha o plano de ser utilizada de forma negativa (alimentar baixas vibrações).

Os seres das Pleiades sofrem também com a situação da Terra e estão empenhados na sua resolução, pela sua intensa conexão com este planeta. De fato, seu próprio processo de ascensão está conectado com a Terra, e ele não poderá ser concluído enquanto a situação do nosso planeta não for resolvida.

Os pleiadianos se conectam hoje, em especial, com os trabalhos envolvendo as energias femininas no planeta. Seu foco tem sido o do equilíbrio destas energias e a sua restauração no nosso mundo. Trabalham muito com as energias da lua, das águas, do mar e se conectam com com todos os mitos femininos da Terra, estimulando-os e trabalhando junto com grupos que se dedicam a isto!



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